Patrocínio
Ainda não entra na minha cabeça que o São Paulo não tenha conseguido um contrato de longa duração para patrocínio das camisas. Cada jogo com um layout diferente, marcas diferentes. Entramos na onda dos “abadas do futebol”.
O que me deixa curioso, é o clube não aproveitar os jogos que não temos patrocínio algum, acho que a maioria neste ano, para divulgar qualquer um dos seus produtos nos espaços da camisa. Produtos como o Sócio Torcedor e o Batismo Tricolor são alguns exemplos.
Propor uma alteração no estatuto para a criação do terceiro uniforme, com certeza potencializaria as vendas de camisas, e somaria algumas cifras a mais na renda do clube.
Bonecos dos Jogadores
Hoje li uma notícia que será lançado o boneco do Valdívia para a torcida palmeirense. O Inter tem os seus, o Corinthians tem os seus, o Santos… Será que a torcida do São Paulo, que vem crescendo a cada pesquisa divulgada, não merece ter um boneco dos seus ídolos?
Sei que atualmente são poucos os bonecos que se venderiam, mas poderíamos também criar uma coleção dos “ídolos eternos”, por que não?
Um clube grande que não se destaca ao longo do ano pelas suas partidas, precisa arrecadar dinheiro de outra forma.
Milton Cruz comandou o São Paulo na sua 12ª partida.
Foram 3 vitórias, 5 empates e 4 derrotas. Números que derrubariam qualquer técnico em muitos clubes brasileiros.
Pra mim está mais do que evidente que Milton não pode mais assumir o cargo de treinador da equipe principal.
Será que o treinador das categorias de base não poderia assumir esse cargo?
Confiram as partidas do auxiliar técnico como treinador:
Nada de surpresas. Ricardo Gomes não é mais técnico do São Paulo e Hernanes de saída do clube.
Peçam para o motorista deste ônibus esperar um pouquinho, que ainda tem mais gente pra ir.
E Jesus Lopes… você é tão ridículo quanto o Leco.
Que diretoria sem vergonha.
Um belo texto escrito pela torcedora Tânia Barbato, publicado no blog “Lugar de Mulher é no Estádio“.
Caro CAPITÃO
Ontem, depois do término do jogo, não pude acompanhar seus últimos instantes em campo. Desabei, sentada na arquibancada, a chorar e nada mais na minha frente era visto. Aliás, não lembro sequer os últimos lances do jogo. E não é porque não acreditava, não, viu. Era porque estava adormecida, olhando pro céu e rezando para que aquela situação mudasse nos últimos segundos. Por causa disso, não pude ver sua manifestação mais simples de amor ao que faz e à camisa que veste: o choro.

Hoje, descanse. Abrace sua esposa, curta suas filhas. Elas serão o consolo. E amanhã, volte a brilhar no Morumba. É a sua missão, é a sua sina, é o seu destino.
E que bom que tive a oportunidade de presenciar esse destino. Obrigada, Capitão! Força e VAMOS TRICOLOR !!!!